terça-feira, 31 de agosto de 2010

O Mito de Horus


Horus, mítico soberano do Egito,desdobra as suas divinas asas de falcão sob a cabeça dos faraós, não somente meros protegidos, mas, na realidade, a própria incarnação do
deus do céu. Pois não era ele o deus protector da monarquia faraónica, do Egipto unido sob um só faraó, regente do Alto e do Baixo Egipto? Com efeito, desde o florescer da época história, que o faraó proclamava que neste deus refulgia o seu ka (poder vital), na ânsia de legitimar a sua soberania, não sendo pois inusitado que, a cerca de 3000 a. C., o primeiro dos cinco nomes da titularia real fosse exactamente “o nome de Hórus”. No panteão egípcio, diversas são as deidades que se manifestam sob a forma de um falcão. Hórus, detentor de uma personalidade complexa e intrincada, surge como a mais célebre de todas elas. Mas quem era este deus, em cujas asas se reinventava o poder criador dos faraós? Antes de mais, Hórus representa um deus celeste, regente dos céus e dos astros neles semeados, cuja identidade é produto de uma longa evolução, no decorrer da qual Hórus assimila as personalidades de múltiplas divindades.

Originalmente, Hórus era um deus local de Sam- Behet (Tell el- Balahun) no Delta, Baixo Egipto. O seu nome, Hor, pode traduzir-se como “O Elevado”, “O Afastado”, ou “O Longínquo”. Todavia, o decorrer dos anos facultou a extensão do seu culto, pelo que num ápice o deus tornou-se patrono de diversas províncias do Alto e do Baixo Egipto, acabando mesmo por usurpar a identidade e o poder das deidades locais, como, por exemplo, Sopedu (em zonas orientais do Delta) e Khentekthai (no Delta Central). Finalmente, integra a cosmogonia de Heliópolis enquanto filho de Ísis e Osíris, englobando díspares divindades cuja ligação remonta a este parentesco. O Hórus do mito osírico surge como um homem com cabeça de falcão que, à semelhança de seu pai, ostenta a coroa do Alto e do Baixo Egipto. É igualmente como membro desta tríade que Hórus saboreia o expoente máximo da sua popularidade, sendo venerado em todos os locais onde se prestava culto aos seus pais. A Lenda de Osíris revela-nos que, após a celestial concepção de Hórus, benção da magia que facultou a Ísis o apanágio de fundir-se a seu marido defunto em núpcias divinas, a deusa, receando represálias por parte de Seth, evoca a protecção de Ré- Atum, na esperança de salvaguardar a vida que florescia dentro de si. Receptivo às preces de Ísis, o deus solar velou por ela até ao tão esperado nascimento. Quando este sucedeu, a voz de Hórus inebriou então os céus: “ Eu sou Hórus, o grande falcão. O meu lugar está longe do de Seth, inimigo de meu pai Osíris. Atingi os caminhos da eternidade e da luz. Levanto voo graças ao meu impulso. Nenhum deus pode realizar aquilo que eu realizei. Em breve partirei em guerra contra o inimigo de meu pai Osíris, calcá-lo-ei sob as minhas sandálias com o nome de Furioso... Porque eu sou Hórus, cujo lugar está longe dos deuses e dos homens. Sou Hórus, o filho de Ísis.” Temendo que Seth abraçasse a resolução de atentar contra a vida de seu filho recém- nascido, Ísis refugiou-se então na ilha flutuante de Khemis, nos pântanos perto de Buto, circunstância que concedeu a Hórus o epíteto de Hor- heri- uadj, ou seja, “Hórus que está sobre a sua planta de papiro”.
Embora a natureza inóspita desta região lhe oferecesse a tão desejada segurança, visto que Seth jamais se aventuraria por uma região tão desértica, a mesma comprometia, concomitantemente, a sua subsistência, dada a flagrante escassez de alimentos característica daquele local. Para assegurar a sua sobrevivência e a de seu filho, Ísis vê-se obrigada a mendigar, pelo que, todas as madrugadas, oculta Hórus entre os papiros e erra pelos campos, disfarçada de mendiga, na ânsia de obter o tão necessário alimento. Uma noite, ao regressar para junto de Hórus, depara-se com um quadro verdadeiramente aterrador: o seu filho jazia, inanimado, no local onde ela o abandonara. Desesperada, Ísis procura restituir-lhe o sopro da vida, porém a criança encontrava-se demasiadamente débil para alimentar-se com o leite materno. Sem hesitar, a deusa suplica o auxílio dos aldeões, que todavia se relevam impotentes para a socorrer.

Quando o sofrimento já quase a fazia transpor o limiar da loucura, Ísis vislumbrou diante de si uma mulher popular pelos seus dons de magia, que prontamente examinou o seu filho, proclamando Seth alheio ao mal que o atormentava. Na realidade, Hórus ( ou Harpócrates, Horpakhered- “Hórus menino/ criança”) havia sido simplesmente vítima da picada de um escorpião ou de uma serpente. Angustiada, Ísis verificou então a veracidade das suas palavras, decidindo-se, de imediato, e evocar as deusas Néftis e Selkis (a deusa- escorpião), que prontamente ocorreram ao local da tragédia, aconselhando-a a rogar a Ré que suspendesse o seu percurso usual até que Hórus convalescesse integralmente. Compadecido com as suplicas de uma mãe, o deus solar ordenou assim a Toth que salvasse a criança. Quando finalmente se viu diante de Hórus e Ísis, Toth declarou então: “ Nada temas, Ísis! Venho até ti, armado do sopro
vital que curará a criança. Coragem, Hórus! Aquele que habita o disco solar protege-te e a protecção de que gozas é eterna. Veneno, ordeno-te que saias! Ré, o deus supremo, far-te-á desaparecer. A sua barca deteve-se e só prosseguirá o seu curso quando o doente estiver curado. Os poços secarão, as colheitas morrerão, os homens ficarão privados de pão enquanto Hórus não tiver recuperado as suas forças para ventura da sua mãe Ísis. Coragem, Hórus. O veneno está morto, ei- lo vencido.”
Após haver banido, com a sua magia divina, o letal veneno que estava prestes a oferecer Hórus à morte, o excelso feiticeiro solicitou então aos habitantes de Khemis que velassem pela criança, sempre que a sua mãe tivesse necessidade de se
ausentar. Muitos outros sortilégios se abateram sobre Hórus no decorrer da sua infância (males intestinais, febres inexplicáveis,mutilações), apenas para serem vencidos logo de seguida pelo poder da magia detida pelas sublimes deidades do panteão egípcio.

No limiar da maturidade, Hórus, protegido até então por sua mãe, Ísis, tomou a resolução de vingar o assassinato de seu pai, reivindicando o seu legítimo direito ao trono do Egipto, usurpado por Seth. Ao convocar o tribunal dos deuses, presidido por Rá, Hórus afirmou o seu desejo de que seu tio deixasse, definitivamente, a regência do país, encontrando, ao ultimar os seus argumentos, o apoio de Toth, deus da sabedoria, e de Shu, deus do ar. Todavia, Ra contestou-os, veementemente, alegando que a força devastadora de Seth, talvez lhe concedesse melhores aptidões para reinar, uma vez que somente ele fora capaz de dominar o caos, sob a forma da
serpente Apópis, que invadia, durante a noite, a barca do deus- sol, com o fito de extinguir, para toda a eternidade, a luz do dia.

Ultimada uma querela verbal, que cada vez mais os apartava de um consenso, iniciou-se então uma prolixa e feroz disputa pelo poder, que opôs em confrontos selváticos, Hórus a seu tio. Após um infrutífero rol de encontros quase soçobrados na barbárie, Seth sugeriu que ele próprio e o seu adversário tomassem a forma de hipopótamos, com o fito de verificar qual dos dois resistiria mais tempo, mantendo-se submergidos dentro de água. Escoado algum tempo, Ísis foi incapaz de refrear a sua apreensão e criou um arpão, que lançou no local, onde ambos haviam desaparecido. Porém, ao golpear Seth, este apelou aos laços de fraternidade que os uniam, coagindo Ísis a sará-lo, logo em seguida. A sua intervenção enfureceu Hórus, que emergiu das águas, a fim de decapitar a sua mãe e, acto contíguo, levá-la consigo para as montanhas do deserto. Ao tomar conhecimento de tão hediondo acto, Rá, irado, vociferou que Hórus deveria ser encontrado e punido severamente. Prontamente, Seth
voluntariou-se para capturá-lo. As suas buscas foram rapidamente coroadas de êxito, uma vez que este nem ápice se deparou com Hórus, que jazia, adormecido, junto a um oásis. Dominado pelo seu temperamento cruel, Seth arrancou ambos os olhos de Hórus, para enterrá-los algures, desconhecendo que estes floresceriam em botões de lótus. Após tão ignóbil crime, Seth reuniu-se a Rá, declarando não ter sido bem sucedido na sua procura, pelo que Hórus foi então considerado morto. Porém, a deusa Hátor encontrou o jovem deus, sarando-lhe, miraculosamente, os olhos, ao friccioná-los com o leite de uma gazela. Outra versão, pinta-nos um novo quatro, em que Seth furta apenas o olho esquerdo de Hórus, representante da lua.

Contudo, nessa narrativa o deus-falcão, possuidor, em seus olhos, do Sol e da lua, é igualmente curado. Em ambas as histórias, o Olho de Hórus, sempre representado no singular, torna-se mais poderoso, no limiar daperfeição, devido ao processo curativo, ao qual foi sujeito. Por esta razão, o Olho de Hórus ou Olho de Wadjet surge na mitologia egípcia como um símbolo da vitória do bem contra o mal, que tomou a forma de um amuleto protector. A crença egípcia refere igualmente que, em memória desta disputa feroz, a lua surge, constantemente, fragmentada, tal como se encontrava, antes que Hórus fosse sarado.

Determinadas versões desta lenda debruçam-se sobre outro episódio de tão desnorteante conflito, em que Seth conjura novamente contra a integridade física de Hórus, através de um aparentemente inocente convite para o visitar em sua morada. A narrativa revela que, culminado o jantar, Seth procura desonrar Hórus, que, embora
precavido, é incapaz de impedir que um gota de esperma do seu rival tombe em suas mãos. Desesperado, o deus vai então ao encontro de sua mãe, a fim de suplicar-lhe que o socorra. Partilhando do horror que inundava Hórus, Ísis decepou as mãos do filho, para arremessá-las de seguida à água, onde graças à magia suprema da deus, elas desaparecem no lodo. Todavia, esta situação torna-se insustentável para Hórus, que toma então a resolução de recorrer ao auxílio do Senhor Universal, cuja extrema bonomia o leva a compreender o sofrimento do deus- falcão e, por conseguinte, a ordenar ao deus-crocodilo Sobek, que resgatasse as mãos perdidas. Embora tal diligência haja sido coroada de êxito, Hórus depara-se com mais um imprevisto: as suas mãos tinham sido abençoadas por uma curiosa autonomia, incarnando dois dos filhos do deus-falcão.

Novamente evocado, Sobek é incumbido da tarefa de capturar as mãos que teimavam em desaparecer e levá-las até junto do Senhor Universal, que, para evitar o caos de mais uma querela, toma a resolução de duplicá-las. O primeiro par é oferecido
à cidade de Nekhen, sob a forma de uma relíquia, enquanto que o segundo é restituído a Hórus. Este prolixo e verdadeiramente selvático conflito foi enfim solucionado quando Toth persuadiu Rá a dirigir uma encomiástica missiva a Osíris, entregando-lhe um incontestável e completo título de realeza, que o obrigou a deixar o seu reino e confrontar o seu assassino. Assim, os dois deuses soberanos evocaram os seus poderes rivais e lançaram-se numa disputa ardente pelo trono do Egipto. Após um recontro infrutífero, Ra propôs então que ambos revelassem aquilo que tinham para oferecer à
terra, de forma a que os deuses pudessem avaliar as suas aptidões para governar. Sem hesitar, Osíris alimentou os deuses com trigo e cevada, enquanto que Seth limitou-se a executar uma demonstração de força. Quando conquistou o apoio de Ra, Osíris persuadiu então os restantes deuses dos poderes inerentes à sua posição, ao recordar
que todos percorriam o horizonte ocidental, alcançando o seu reino, no culminar dos seus caminhos. Deste modo, os deuses admitiram que, com efeito, deveria ser Hórus a ocupar o trono do Egipto, como herdeiro do seu pai. Por conseguinte, e volvidos cerca de oito anos de altercações e recontros ferozes, foi concedida finalmente ao
deus- falcão a tão cobiçada herança, o que lhe valeu o título de Hor-paneb-taui ou Horsamtaui/Horsomtus, ou seja, “Hórus, senhor das Duas Terras”. Como compensação, Rá concedeu a Seth um lugar no céu, onde este poderia desfrutar da sua posição de deus das tempestades e trovões, que o permitia atormentar os demais. Este mito parece sintetizar e representar os antagonismos políticos vividos na era pré- dinástica, surgindo Hórus como deidade tutelar do Baixo Egipto e Seth, seu oponente, como protector do Alto Egipto, numa clara disputa pela supremacia política no território egípcio.

Este recontro possui igualmente uma cerca analogia com o paradoxo suscitado pelo combate das trevas com a luz, do dia com a noite, em suma, de todas as entidades antagónicas que encarnam a típica luta do bem contra o mal. A mitologia referente a este deus difere consoante as regiões e períodos de tempo. Porém, regra geral, Hórus
surge como esposo de Háthor, deusa do amor, que lhe ofereceu dois filhos: Ihi, deus da música e Horsamtui, “Unificador das Duas Terras”. Todavia, e tal como referido anteriormente, Hórus foi imortalizado através de díspares representações, surgindo por vezes sob uma forma solar, enquanto filho de Atum- Ré ou Geb e Nut ou
apresentado pela lenda osírica, como fruto dos amores entre Osíris e Ísis, abraçando assim diversas correntes mitológicas, que se fundem, renovam e completam em sua identidade. É dos muitos vectores em que o culto solar e o culto osírico, os mais relevantes do Antigo Egipto, se complementam num oásis de Sol, pátria de lendas de luz, em cujas águas d’ ouro voga toda a magia de uma das mais enigmáticas civilizações da Antiguidade.Detalhes e vocabulário egípcio: culto de Hórus centralizava-se na cidade de Edfu, onde particularmente no período ptolomaico saboreou uma estrondosa popularidade; culto do deus falcão dispersou-se em inúmeros sub- cultos, o que criou lendas controversas e inúmeras versões do popular deus,
como a denominada Rá- Harakhty; as estelas (pedras com imagens) de Hórus consideravam-se curativas de mordeduras de serpentes e picadas de escorpião, comuns
nestas regiões, dado representarem o deus na sua infância vencendo os crocodilos e os escorpiões e estrangulando as serpentes. Sorver a água que qualquer devotado lhe houvesse deixado sobre a cabeça, significava a obtenção da protecção que Ísis proporcionava ao filho.

Nestas estelas surgia, frequentemente, o deus Bes, que deita a língua de fora aos maus espíritos. Os feitiços cobrem os lados externos das estelas. Encontramos nelas uma poderosa protecção, como salienta a famigerada Estela de Mettenich: “Sobe veneno, vem e cai por terra. Hórus fala-te, aniquila-te, esmaga-te; tu não te
evantas, tu cais, tu és fraco, tu não és forte; tu és cego, tu não vês; a tua cabeça cai para baixo e não se levanta mais, pois eu sou Hórus, o grande mágico.”


Out – embalsamadores
Vabet – lugar de purificação

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Tenho preconceito de quem tem preconceito!



A cada dia que se passa, eu cada vez acho que não sou desse planeta, me sinto simplesmente como seu eu não pertencesse a essa imundice chamada “Raça Humana” alias, o que é ser humano?
Vou começar definindo o que é raça humana em minha concepção para podermos ir a raiz do que estou falando.
Ser Humano, de acordo com o Wikipédia:
“Um humano, ser humano, pessoa, gente ou homem é um animal membro da espécie de primata bípede Homo sapiens, pertencente ao género Homo, família Hominidae (taxonomicamente Homo sapiens - latim: "homem sábio"). Os membros dessa espécie têm um cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades como o raciocínio abstrato, a linguagem, a introspecção e a resolução de problemas. Esta capacidade mental, associada a um corpo ereto possibilitaram o uso dos braços para manipular objetos, fator que permitiu aos humanos a criação e a utilização de ferramentas para alterar o ambiente a sua volta mais do que qualquer outra espécie de ser vivo.”

Analisando isso:

1 - Ok... Somos animais, explica muita coisa isso...

2 - “Membros da mesma espécie”, isso seria uma coisa que muitas pessoas deveriam saber, somos MEMBROS DA MESMA ESPÉCIE, acho que isso (se eu não tiver enganado) significa que não há diferença entre a gente, como pode uma pessoa pensar que só porque alguém tem alguma religião, raça, cor, “opção” sexual é diferente de outra pessoa? Nada que somos não diminui nosso caráter, capacidade mental, capacidade de socialização entre outras características dessa “Raça Humana”, pois todos nossos dessa espécie temos a mesma limitação e a mesma capacidade.


3 – “Homem Sábio”??? Quem foi o idiota que pensou que somos sábios?? Destruímos nossas florestas, fazemos guerra, matamos por motivos cada vez mais ridículos, criamos drogas e armas para destruir a gente mesmo, matamos animais que não podem se defender, somos egoístas, mesquinhos, preconceituosos e vários outras coisas que nos fazem tão burros como uma porta cheia de cupim... E alguém vem me dizer que somos SÁBIOS??? Como assim?

4 – “Os membros dessa espécie têm um cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades como o raciocínio abstrato, a linguagem, a introspecção e a resolução de problemas”. Sobre esse comentário só posso pensar, “como estamos usando esse tal cérebro, ou se alguém pelo menos tem esse cérebro... Alias, a única coisa que posso colocar nessa comentário é um: ¬¬



5 – “Esta capacidade mental, associada a um corpo ereto possibilitaram o uso dos braços para manipular objetos, fator que permitiu aos humanos a criação e a utilização de ferramentas para alterar o ambiente a sua volta mais do que qualquer outra espécie de ser vivo” A única coisa que vejo que usamos nossos membros é pra apontar dedos um para ou outros julgando, o que fazemos durante boa parte de nossa história foi simplesmente julgar e por isso: matar, torturar, limitar, e outras coisas horríveis, simplesmente porque julgamos que tal pessoa é diferente ou ruim. Sei que criamos ótimas coisas, mais pensem, como podemos em contraste a essa tal “evolução” podermos ter criado tantas coisas pra nossa auto-destruição?

Caros leitores do Simaltar (que sei que não são muitos), fico revoltado por cada vez mais nos distanciamos de nossa humanidade.



Como historiador, olho para nosso passado e vejo como estamos caminhando para traz, vejo conceitos básicos como: igualdade, comunidade, amizade, humanidade entre outros aspectos de nossa “espécie” cada vez mais se perdendo e não fazendo nenhum sentido.

Como wiccano, vejo que estamos cada vez que estamos caminhando contra a nossa evolução, não é pelo o fato de eu ser pagão que eu não conheço o que outras religiões falam, como: “ama ao seu próximo com a ti mesmo” ou “Deus é amor”, ou qualquer outra coisa do tipo. Como podemos ser tão cruéis em limitar a igualdade de todos nos civis e SERES HUMANOS?

Essa é uma pergunta que nem a História é capaz de responder...
Sou totalmente contra qualquer tipo de preconceito, alias, tenho somente 1 preconceito: O preconceito de quem tem preconceito!

Alguém ai tem uma nave para eu ir embora dessa bola de bosta, chamada Planeta Terra?

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Critica ao filme Harry Potter e as Relíquias da Morte parte


É o fim de uma era...
É o fim de uma geração...´
É o fim de uma era que marcou uma geração inteira...
A minha geração...


A Warner Bros. fez uma exibição de teste do filme Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1, para um grupo fechado em um cinema não revelado, nos Estados Unidos. A sessão, que ocorreu em Chicago, revelou aos convidados um filme inacabado, com os efeitos especiais em andamento e a trilha sonora omitida.

O objetivo é certamente analizar a opinião de críticos para que uma melhor edição seja feita, e que em 19 de Novembro os fãs do mundo inteiro possam ver o começo do final de Harry Potter em toda sua perfeição.

O site Mugglenet recebeu uma outra crítica, muito longa, revelando detalhes do filme, como as aparições de Dobby, a coruja Edwiges, a cena dos Sete Potters e muito mais. Fique avisado: há SPOILERS.



Cobertura do Test-Screening de Relíquias da Morte: Parte 1 – Mugglenet.com #2
Tradução pelo Potterish:


O filme começa com um close de Rufo Scrimgeour (Ministro da Magia) enquanto ele está dando uma coletiva de imprensa assustadora sobre todos os perigos e horror que cercam o mundo bruxo. A cena se afasta e vira uma foto em um jornal. Nós vemos os Dursley fazendo malas, deixando Harry para trás, e a sua casa na Rua dos Alfeneiros completamente vazia. Há outra cena que começa com Hermione parecendo preocupada em seu quarto. Os produtores decidiram mostrar Hermione enfeitiçando seus pais para esquecer suas vidas e se mudarem para a Austrália. Depois de fazê-lo, ela também faz todas as fotos dela desaparecerem da casa.

Essa cena foi muito bem feita e foi uma das minhas preferidas no filme inteiro. Ela teve bastante efeito porque comunicou o que os bruxos assustados estavam sentindo por causa de Voldemort. Há uma tomada com Hermione andando em direção a o que parece uma igreja. Ela na verdade não está indo pra lá. É só a parte de uma tomada dela andando pela rua, conforme a câmera é levantada para revelar os títulos. Mais uma nota a respeito disso: Como o filme não estava completamente terminado, eles estavam usando um punhado de músicas de outros filmes, tinham algumas músicas de Harry Potter, mas a maioria me pareceu música de Hans Zimmer. Foi um pouco bizarro ver a abertura de Harry Potter e as Relíquias da Morte acompanhada de uma das melodias mais conhecidas da trilha sonora de Batman e o Cavaleiro das Trevas.

Se eu me lembro corretamente, em seguida nós vemos uma tomada de Snape chegando à Mansão dos Malfoy, aonde há uma sequência de Voldemort explicando aos Comensais da Morte sobre o mesmo núcleo da varinha dele e de Harry. A professora de Hogwarts que tinha sido capturada e torturada pode ser vista flutuando acima da mesa durante toda a cena. Nós também vemos uma troca bem intensa entre Voldemort e Lúcio Malfoy quando Voldemort pede pela sua varinha para poder matar Harry. O ator que representa Lúcio faz um bom trabalho ao demonstrar a humilhação de Lúcio ao ter sua varinha tirada. Voldemort então aproxima a professora, e depois dela implorar pela ajuda de Lúcio, ela é morta.

Há então um corte para Harry esperando pela Ordem da Fênix. Uma das coisas que me impressionou muito nesse filme foi que apesar dele ser o filme mais pesado de todos os Harry Potters, também teve algumas partes de humor leve. A cena dos sete Harrys é um bom exemplo disso. Enquanto vemos os que serviram de distração tomarem a Poção Polissuco, a câmera gira em 360 graus em volta de Harry, que está vendo todos eles se transformarem. Depois, quando eles estão trocando de roupa, tem um momento muito engraçado quando eles estão todos comentando sobre a visão de Harry, e Fleur fala o quão hedionda ela está enquanto ela tira seu sutiã. A visão de Dan Radcliffe tirando um sutiã resultou em muitas risadas da audiência. A cena é bem parecida com o que ela é no livro, com exceção da discussão entre Harry e Lupin. Na verdade, a gravidez de Tonks é deixada de lado. É meio frustrante se você leu o livro, porque eles não apenas omitiram a gravidez, eles simplesmente deixaram de lado: Quando Tonks vai anunciar que esta grávida, Olho-Tonto a puxa de lado e fala o quão importante é mudar Harry de lugar. Mundungo Fletcher é rapidamente apresentado, sem muito pano de fundo, apesar de que é bem claro de que ele está lá à força e que ele é um personagem superficial.

Um pouco antes de eles saírem, nós vemos a cena de Harry soltando Edwiges pela porta da frente da casa, como vimos em fotos de publicidade recentes que estiveram circulando pela internet. A cena de perseguição em seguida é bem excitante, apesar de que é mais focada em Harry e Hagrid (que é paralizado ou estupefado um pouco depois da perseguição começar, deixando Harry para se virar sozinho). A perseguição por si só é bastante excitante, e toma lugar bem alto no céu, e na altura da rua, incluindo uma sequência que atravessa um túnel que tem a motocicleta dando loops e Harry entrando de fininho num caminhão enquanto tenta salvar sua vida. A morte de Edwiges foi bastante modificada, e eu acho que foi uma melhoria. Ao invés dos Comensais da Morte descobrirem quem é o Harry verdadeiro porque ele usou Expelliarmus, eles descobrem porque Edwiges está voando perto dele, tentando protegê-lo. No filme, quando Harry é quase atingido por uma maldição da morte, Edwiges entra na frente e morre. Hagrid acorda quando eles estão entrando na área protegida pelos Weasleys e um por um, a Ordem da Fênix chega. Nós não vemos a morte de Olho-Tonto, é apenas citado que ele foi morto depois de Fletcher escapar. A cena aonde Lupin questiona Harry é idêntica ao livro, e muito bem colocada em cena.

Depois disso, há uma tomada de Harry tentando partir e Rony o convencendo para ficar para o casamento. Nós os vemos montar a tenda para o casamento enquanto Rufus Scrimgeour chega para ler as últimas vontades de Dumbledore. Eu achei a cena muito interessante, e os produtores se esforçaram ao tentar manter a relevância dos itens que Dumbledore deixou durante o filme. O pomo de ouro é visto voando em volta de Harry diversas vezes durante o filme, o Desiluminador de Rony é usado diversas vezes. Os Contos de Beedle, o Bardo é primeiramente ignorado, mas depois, obviamente, são uma parte essencial do filme.

A maior mudança na cena do casamento é que Harry não se disfarça. Nós vemos alguns personagens antigos como Madame Maxine e Victor Krum (que dança com Hermione enquanto Rony olha com ciúmes no fundo). É lá também que nos é apresentado o Sr. Lovegood, que foi muito bem interpretado. A câmera foca propositalmente em seu colar, mas nada é mencionado. Nós não sabemos a sua importância até depois, e não há a briga entre ele e Krum. Então há uma conversa curta, mas importante entre Harry, Tia Muriel e Elifas Doge em que um pouco do passado de Dumbledore é exposto. A atriz que interpreta Tia Muriel faz um trabalho muito bom ao provocar Harry por não conhecer bem Dumbledore. O casamento é interrompido pelo Patronus anunciando que o Ministério caiu e a iminente chegada dos Comensais da Morte. Depois de uma saída caótica, vemos o trio entrar em um café, aonde eles são atacados por uma dupla de Comensais. Há uma sequência bem interessante nessa hora aonde Hermione usa o mesmo feitiço de memória que ela usou em seus pais em um dos Comensais.

As sequências do Largo Grimmauld são bem resumidas comparadas ao livro. O trio descobre que RAB é Régulo Black muito rapidamente e não há dúvidas que foi ele que substituiu o medalhão. Harry encontra Monstro e manda ele atrás de Mundungo Fletcher quando ele descobre que ele roubou o medalhão. Toda a história paralela do retrato duplicado no Largo Grimmauld e o escritório do diretor de Hogwarts é cortada. Há uma sequência curta no Beco Diagonal, aonde nós vemos Fletcher se escondendo das pessoas (e a primeira visão do pôster do Harry Potter – Indesejável #1). Há então um corte para Harry, Rony e Hermione sentados em volta de uma mesa, quando eles ouvem um barulho e vêm Mundungo Fletcher com Monstro pendurado em volta de seu pescoço. Então, em uma cena que teve uma das maiores reações da audiência, Dobby cumprimenta Harry Potter enquanto a câmera vira para mostrar ele se pendurando na perna de Fletcher. Depois de umas breves perguntas, eles percebem que precisam ir ao Ministério.

A sequência do Ministério é quase igual à do livro. Eu tenho que dizer que ver as pessoas darem a descarga nelas foi muito engraçado, principalmente depois de ver as pessoas em fila entrando nos banheiros, mas não saindo. Uma coisa que marcou foi que os produtores fizeram uma comparação entre os Trouxas e os Nazistas. A estátua da entrada do Ministério foi substituída por a de um trouxa sendo pisoteado até a morte por bruxos. Depois, quando Harry entra no escritório de Umbridge, você vê trabalhadores fazendo propaganda anti-trouxa que parece quase que exatamente com propaganda nazista.

Os guardas do Ministério têm até faixas vermelhas em volta dos braços, parecidas com as dos Nazistas. Isso me incomodou um pouco porque mesmo que tenha sido bastante dito nos livros, estava visualmente muito óbvio. Os efeitos especiais deles escapando do Ministério não estavam terminados, mas eles incluíram o choque com Dementadores no tribunal e um duelo de feitiços com uma tropa do Ministério. Finalmente, os vemos aparatar no meio da floresta, e o braço de Rony está seriamente machucado, o que o torna inútil por um tempo, e isso prepara o palco para seu ciúme, e depois, sua partida.

Depois disso, o filme dá uma desacelerada, e entramos nas cenas aonde Harry, Rony e Hermione andam no meio da floresta. Eu estava preocupado que o filme teria o mesmo problema de ritmo que o livro durante essa parte, e fui provado certo. Essas cenas tendem a serem um pouco entediantes, principalmente porque a primeira parte do filme é tão cheia de sequências de ação. Uma coisa que faz essas cenas serem um pouco mais interessantes que no livro é que as locações que eles usaram para as filmagens são absolutamente estonteantes. Palmas a quem encontrou esses lugares. Outro grande elemento dessa parte é o medalhão horcrux, e o efeito que ele causa em quem o usa. De certa forma, essas cenas lembram um pouco de Senhor dos Anéis, por causa das constantes tomadas de paisagens bonitas e o jeito que o medalhão e o anel afetam quem o usa.

É interessante notar que, enquanto Rony ouve ao radio, a história paralela do Observatório Potter é quase ignorada. Como o filme é muito mais focado no que Harry, Rony e Hermione estão fazendo (pense como se fosse em Guerra dos Mundos ou Sinais, que nós nunca vemos o que acontece no mundo exterior), eu acho que o desuso do Observatório Potter foi uma oportunidade de mostrar como as coisas estavam ruins no resto do mundo perdida.

As cenas de Rony brigando com Harry e Rony indo embora foram bem feitas, em minha opinião. As performances foram provavelmente as melhores de todos os filmes, principalmente do trio.

Depois que Rony parte, Harry e Hermione decidem ir para Godric’s Hollow. A cena do momento em que eles chegam é outra das minhas favoritas no filme. O cenário e o tom são bem sombrios, como o resto do filme, mas isso fica contrastado com a neve e o cântico de Natal que eles escutam de uma igreja próxima. A cena em que Harry acha os túmulos de seus pais é o mais perto possível da perfeição. Uma Batilda Bagshot bem arrepiante aparece no cemitério e os guia até sua casa. Assim como no livro, ela não fala na frente de Hermione, e leva Harry para o andar de cima, aonde ela fala com ele em língua de cobra (uma mudança do livro, aonde a gente não descobre que é língua de cobra até mais tarde). O efeito de Nagini saindo de Batilda estava incompleto. Praticamente, nós vimos o que parecia ser o local aonde a computação gráfica vai colocar a parte em que a pele de Batilda cai no chão e Nagini sai. O que nós vimos foram algumas imagens rápidas dela saindo da cena. Voldemort não aparece em Godric’s Hollow antes de eles desaparatarem.

Nós vimos Harry tendo outro sonho / memória compartilhada dessas que ele tem ao decorrer do filme, levando ele um passo à frente na descoberta sobre a Varinha das Varinhas. Quando ele acorda, Hermione diz que ele esteve inconsciente por algum tempo. Eu não consigo lembrar se é aí que esta cena fica no filme, mas o roteirista colocou uma cena muito, muito boa de Harry e Hermione deixando o medalhão (e consequentemente, suas preocupações) de lado, e eles fazem uma estranha, porém tocante, dança na tenda. Também foi uma das minhas cenas favoritas do filme, porque trouxe uma leveza para todos os maus momentos pelos quais eles têm passado até ali.

Depois disso, nós vemos a cena da corça prateada levando Harry até a espada de Gryffindor, e a cena se parece muito com a do livro, incluindo uma revelação dramática de que é Rony quem resgata Harry do afogamento na água gelada. Depois que eles pegam a espada de Gryffindor, Harry abre o medalhão para que Rony possa destruir a Horcrux. Quando ele abre, uma criatura maciça que parece bastante com o monstro de fumaça de Lost aparece e começa a tentar insultar Rony com tudo que o fez ir embora anteriormente. A sequência atinge seu ponto alto com o que eu penso que vai ser uma das partes mais comentadas do filme: uma ilusão prateada de Harry e Hermione fazendo topless é mostrada. Ótima atuação de Rupert Grint nessa cena.

Depois disso, eles decidem visitar o Sr. Lovegood, aonde eles finalmente aprendem sobre o símbolo das Relíquias. Numa escolha inspiradora dos produtores, a gente não somente escuta o Conto dos Três Irmãos enquanto Hermione o lê, mas ele também é mostrado numa sequência de animação. É um pouco difícil de descrever, mas vou fazer meu melhor.

É basicamente uma animação que usa somente os esqueletos contra um fundo simples que parece papel velho e amarelado. Os personagens parecem basicamente como homens-palito 3D, e é como uma versão em escala menor de algo que Tim Burton faria. Todos com os quais eu falei acreditam que essa sequência foi uma forma muito esperta de passar essa explicação.

Outra mudança dos livros é que o Sr. Lovegood chama os Comensais da Morte à sua casa dizendo o nome de Voldemort em voz alta (o tabu foi mencionado por Rony mais cedo no filme, mas não explicado de verdade). Depois que eles tentam escapar do ataque, eles aparatam exatamente para onde os sequestradores estão. Eles são caçados pela floresta, soltando feitiços com suas varinhas. A cena parece ter sido filmada com uma câmera de mão, e houve muita tremedeira e cortes rápidos, como uma sequência de perseguição de Jason Bourne. Os efeitos dessa cena também pareceram ainda estar sendo trabalhados, e não havia música (e já que grande parte do filme tem uma trilha provisória, a gente não sabe se eles deixaram essa cena sem música intencionalmente). Eles são pegos, mas não antes de Hermione deformar a face de Harry para que ele não seja reconhecido, e então eles são levados para a Mansão Malfoy.

Sabendo que o filme seria dividido, eu pensei que a fuga da Mansão Malfoy seria mais enfatizado, e a ação aumentada, para dar ao filme uma última grande sequência de ação antes do corte. Ao contrário do que eu pensei, foi muito rápido. Depois de Bellatriz perceber a espada de Gryffindor, ela mantém Hermione para torturá-la e manda o resto deles para as masmorras. As cenas de torturas são bem intensas, mas muito do que faz a cena funcionar é a reação de quem está nas masmorras aos gritos de Hermione. Bellatriz corta a palavra “Sangue-ruim” no antebraço de Hermione. Harry olha pelo caco do espelho (que ele manteve com ele durante todo o filme, enquanto olhava para o olho de Dumbledore) e um pouco depois, Dobby aparata para ajudar Harry. Uma nota interessante é que Pettigrew fica paralizado por Dobby mas não more. Dado o quanto eu odeio esse personagem, eu espero que eles o matem na segunda parte.

Depois que eles escapam das masmorras o calabouço, o confronto e fuga na mansão se passa muito rapidamente. Dobby derruba o lustre, Harry desvia e luta com a varinha de Draco contra ele. (outro ponto interessante é como Tom Felton interpretou Draco com o monte de incertezas do que está acontecendo ao seu redor. Nesta sequência, por exemplo, Draco mal se coloca em uma briga com Harry pela sua varinha, e todo o tempo, ele tem um olhar conflituoso em seu rosto). A cena termina com todos reunidos ao redor de Dobby, a fim de aparatar na casa de Gui e Fleur. Antes de saírem, vemos Bellatriz atirar uma faca contra o grupo, e toda a cena se passa em câmera lenta, de modo que você vê a faca voar em direção à Dobby, e ao mesmo tempo, vemos a chave de portal abrir. Não vemos o que acontece com a faca no momento. Em seguida, o filme corta a cena para uma praia, onde Harry grita feliz que eles estão todos bem, até que ele percebe que Dobby havia sido esfaqueado no coração com a faca que Bellatriz jogou. Dobby morre nos braços de Harry, e ele declara que quer enterrá-lo, tradicionalmente, sem mágica. Esta é a última coisa que nós vemos de nossos heróis.

A tomada final do filme é a única que toma lugar em Hogwarts (Eu não vi o castelo, mas muito provavelmente isso vai ser adicionado depois) e é Voldemort voando na direção do túmulo de Dumbledore, abrindo-o, tomando a Varinha das Varinhas de suas mãos mortas. A câmera foca no rosto cheio de satisfação de Voldemort como ele conseguiu a única Relíquia que ele procurava, a camera se agasta, e ele conjura uma gigantesca nuvem negra. Fim.

Eu diria que este é meu filme de Harry Potter favorito desde Prisioneiro de Azkaban, sem dúvidas. É também o filme mais fiel aos livros, desde os filmes 1 e 2. Ainda estou em conflito sobre a divisão porque ele soa, ao mesmo tempo, como algo apropriado e como uma desculpa para estender a série. O filme se beneficia por não ter a ação e a narrativa comprimidas, como nos últimos filmes, mas, ao mesmo tempo, a divisão soa um pouco artificial, especialmente se você leu o livro. Minha maior queixa sobre o ponto divisório é que o filme acaba pouco depois de aprendermos sobre as Relíquias da Morte (e, por extensão, a razão do título do filme). Este é o momento em que a história passa dos três personagens que tentavam entender a situação para os personagens que possuem conhecimento sobre o que irá ocorrer e sobre o que precisam fazer em seguida. Por conta disto, o filme não parece ter a forte extensão narrativa que poderia. Quando os dois filmes forem lançados, não fará sentido assistir a primeira parte sem assistir a segunda logo depois, e, no momento, este filme perde um pouco por conta disto.

A maioria dos cortes e mudanças em relação ao livro parecem trazer benefícios, ou mudanças que foram feitas para simplificar a história e evitar explicações desnecessárias. O melhor exemplo é a mudança do papel de Edwiges no começo do filme. Manter a explicação sobre o Expelliarmus adicionaria ao filme explanações confusas. A alteração permitiu uma narrativa mais fluida e tornou a morte de Hedwiges mais cheia de significado. Eles podem também reduzir um pouco as sequências na floresta. Essa parte pareceu se arrastar um pouco, como no livro. Entretanto, essas reclamações são mínimas, e não desmerecem significativamente o filme.

No geral, eu acredito que o filme corresponderá às expectativas e é um bom prenúncio de Relíquias da Morte parte 2, já que eles incluíram na parte I uma grande parcela das explicações do livro, eles poderão fazer um filme mais emocionante e com mais ação.

Fonte: http://www.oclumencia.com.br/

terça-feira, 10 de agosto de 2010

11º Movimento Pela Vida - Programação



Eu estarei no Movimento Pela Vida com 2 palestras, além de estar trabalhando junto com o Coven Wicca Magicum Naturale, onde eu participo.
Observem a programação e participe você também desse otimo evento!!


Data: 13, 14, e15 de agosto
Local: Taquaruçu

“transformar o chumbo em ouro,o ódio em perdão,a tristeza em alegria,
conhecimento em ação”

Paulo Medeiros
TRIBUTO A EDSON LOPES

O XI Movimento Pela Vida Homenageia Edson Lopes , Amigo, Irmão,
Artista, Pensador E Um Dos Organizadores do MPV com a exposição “O
Olhar De Edson Lopes”

Locais: Canto das Artes e Espaço Cidadania
Dia 13 sexta feira
Local: Praça Joaquim Maracaípe
Horário: 18 horas
Atividade: Ritual do Turimbó da Aldeia Taboka Grande - representação da
queima dos tambores
Responsável: Os Tawera (Taquaruçu)

Horário: 19 horas
Atividade: Abertura e bênção macroecumênica
Responsável: Representantes de Tradições Religiosas

Horário: 20 horas
Atividade: Peça: GUARDIÕES DA LUZ
Direção: Ândrea Bangoin
Crianças: Arthur, Clara Liz, Duda, Isis, Maria Clara, Maria Eduarda,
Leonardo, Tainá, Thaís Flávia (atriz convidada)
Atividade: apresentação: Madrigal de Palmas
Direção: Willian Fernandes
produção Ana Bittencourt
Cantores: Cecília Ariente, Igor Leandro, Fatinha, William,Tulio e Tayna.


DIA 14 (sábado)
Horário: 7 horas
Local: Casabike
Atividade: pedal ecológico-tour pela cidade “Cuidar e ser cuidado”
(Passeio educativo. Os ciclistas atentarão para o lixo deixado pelos
moradores e turistas, logo após palestra sobre o esporte e o meio ambiente)
Tempo de pedal: 2 horas
Responsáveis: Associação Palmense de Mountain Bike
Horário: 8 horas
Local: Canto das Artes
Atividades: Recreação para as crianças - das 8 às 11 horas
Permanentes: desenho, sala de leitura, brinquedoteca, pintura facial e cama
elástica
Horário no Local: Vivência Como enxergamos Deus (por Tom Reis) oficina
de biscuit (por Rafaela Borges), Hora do conto (por helena da Mata), e muito
mais!!!
Responsáveis: Betânia Luz e Tharson Lopes - educadores sociais,
idealizadores do Canto das Artes (Taquaruçu)

Horário: 8:30 horas
Local: Teatro de Arena (Redondo) - Praça Joaquim Maracaípe
Atividade: Integração harmônica “Corpo, mente e meio ambiente
Responsáveis: Izilda Ciribelli (TO)

Horário: 9 horas
Local: Praça Joaquim Maracaípe
Atividade: credenciamento
Responsáveis: Organização do Evento
Atividade: Exposição das instituições parceiras e artesanato local
Local: Espaço da Cidadania
SALA 1
Atividade: Atendimento com Tarô Cigano
Responsável: Edmilson Veras – membro do grupo da apometria Flor de Liz
(PA)
SALA 2
Atividade: Sala de intercessão pela corrente do Bem
Responsáveis: várias tradições religiosas reunidas orando, torcendo,
vibrando, rezando por um mundo melhor durante todo o evento
SALA 3
Atividade: Sala de passe
Responsável: Feetins (Federação Espírita do Tocantins) (TO)
SALA 4
Atividade: Atendimento com reiki
Responsável Mirtzi Lima Ribeiro
Reikiana, estudiosa e palestrante nos temas da Expansão da Consciência e
da Ética Viva.(PB)
Local: Sítio Beija-Flor
Atividade: Oficina de compostagem
Responsável: Rogério Teixeira - Mestrando em Ciências do Ambiente/UFT -
Fundador e Gestor da Comunidade Morada da Paz (Triunfo/RS)

Horário: 10 horas
Local: Aldeia TABOKAGRANDE
Atividade: II Mostra Circuito Tela Verde no Cineclube TabokaGrande
Responsável: Os Tawera da Aldeia TabokaGrande (Taquaruçu)
Local: Colégio Estadual Duque de Caxias
PÁTIO
Atividade: Xadrez
Responsáveis: Federação Tocantinense de Xadrez
SALA 1
Atividade: Palestra: A função do professor em tempos de mudança
Responsável: Bianca Amaral Ribeiro – historiadora, doutoranda (GO)
SALA 2
Atividade: Palestra: A magia do dia-a-dia
Responsável: Hudson Rezende de Araújo - membro do Coven Wicca
Magicum Naturale (TO)

SALA 3
Atividade: Palestra: ET´s nos Céus do Tocantins
Responsável: Núcleo de Estudos Ufológicos do Estado do Tocantins
SALA 4
Atividade: Oficina de Dança Teatro
Responsável: Lucia Rocha - coreógrafa e pesquisadora de danças (TO)
SALA 5
Atividade: Palestra: Evangelhos Apócrifos e o cristianismo primitivo
Responsável: Alcides Lídio dos Santos- GEACAC (Campinas –SP)
Sala 7
Atividade: Palestra: Saúde e Meio Ambiente
Responsável: : Eduardo Sejanes Cezimbra, dentista homeopata, facilitador
de grupos e redes, coordenador do IPETRANS- Instituto de Pesquisas
Transdisciplinares de Porto Alegre-(RS)

Horário: 12 horas
Local: CRAS – Centro Comunitário
Atividade: Almoço
Responsável: Elizeu e grandiosa equipe

Horário: 14 horas
Local: Canto das Artes
Atividades: Recreação para as crianças - das 15 às 18 horas
Permanentes: desenho, sala de leitura, brinquedoteca, pintura facial e cama
elástica
Horário no Local: Continuação das atividades: cinema, yoga, plantio de
mudas, trilha ecológica, hora do conto, musicoterapia, jogos cooperativos
Responsáveis: Betânia Luz e Tharson Lopes - educadores sociais,
idealizadores do Canto das Artes (Taquaruçu)
Local: Casabike
Atividade: Pedal Ecológico para a cachoeira Roncador
(Passeio ecoturístico e educativo, onde os ciclistas poderão observar a
natureza para preservá-la. Logo após palestra sobre o turismo e o meio
ambiente)
Tempo de pedal: 2 horas
Responsáveis: Associação Palmense de Mountain Bike

Local: Praça Joaquim Maracaípe - Espaço da Cidadania
SALA 1
Atividade: Atendimento: Cura Quântica
Responsável:Alexandre Wahbe – terapeuta vibracional, presidente da
Fundação de Desenvolvimento Sustentável do Cantão, Membro do Conselho
Mundial de Cidadania Planetária (TO)
SALA 2
Atividade: Sala de intercessão pela corrente do Bem
Responsáveis: várias tradições religiosas reunidas orando, torcendo,
vibrando, rezando por um mundo melhor durante todo o evento
SALA 3
Atividade: Sala de passe
Responsável: Feetins (federação espírita do Tocantins) (TO)
SALA 4
Atividade: Atendendimento: Massagem
Responsáveis: Luís Pinho e equipe (TO)
Local: Colégio Estadual Duque de Caxias
PÁTIO
Atividade: Xadrez
Responsáveis: Federação Tocantinense de Xadrez
SALA 1
Atividade: Vivência: O caminho para o relacionamento saudável comigo
mesmo e com os outros - curando as mágoas
Responsável: Tânia Cavalcante – Terapeuta Holística – membro do grupo
de apometria Flor de Liz(TO)
SALA 2
Atividade: Palestra :O Que Fazer Com O Lixo Eletrônico (E-Lixo)?
Responsável: Raimundo Nonato - Associação Jnana Educação
Fundamental (To)
SALA 3
Atividade: Vivência: Dança Circular
Responsável: Lucia Rocha – coreógrafa e pesquisadora de danças (TO)
SALA 4
Atividade: Palestra: Karma – O que é
Responsável: Giridhari Das-- Intituto Pandavas - Alto Paraíso (GO)
SALA 5
Atividade: Palestra: A história do Povo Inca e como ir para Machu Pichu
gastando pouco
Responsável: Fernando Gomes - membro da SAPA, geógrafo e
pesquisador dos povos índios da América (TO)
SALA 6
Atividade: Palestra: Contabilidade Micro E Macro Cósmica Como Uma
Solução Para O Individuo E Para O Planeta
Responsável: Claudio Gomes De Carvalho – Contador, devoto dos
Mistérios do PI(TO)
SALA 7
Atividade: Palestra: Cultura e religiosidade de Matriz Africana;
Responsável: Mãe Pequena: Luzinete- Mãe Pequena da Tenda de
umbanda Mãe Iemanjá(Porto Nacional -TO)
Cozinha
Atividade: Oficina: Pão Integral
Responsável: RogérioTeixeira - Mestrando em Ciências do Ambiente/UFT.-
Fundador e Gestor da Comunidade Morada da Paz (Triunfo/RS).

Horário: 16 horas
Local: Aldeia TABOKAGRANDE
Atividade: II Mostra Circuito Tela Verde no Cineclube TabokaGrande
Responsável: Os Tawera da Aldeia TabokaGrande (Taquaruçu)
Local: Praça Joaquim Maracaípe - Espaço Cidadania
SALA 1
Atividade: Atendimento: Cura Quântica
Responsável: Alexandre Wabhe – terapeuta vibracional membro do
Conselho Mundial de Cidadania Planetária (TO)
SALA 2
Atividade: Sala de intercessão pela corrente do Bem
Responsáveis: várias tradições religiosas reunidas orando, torcendo,
vibrando, rezando por um mundo melhor durante todo o evento
SALA 3
Atividade: Sala de passe
Responsável: Feetins (Federação Espírita do Tocantins) (TO)
SALA 4
Atividade: Atendendimento: Massagem
Responsáveis: Luís Pinho e equipe (TO)
Local: Colégio Estadual Duque de Caxias
PÁTIO
Atividade: Xadrez
Responsáveis: Federação Tocantinense de Xadrez
SALA 1
Atividade: Palestra: A voz do professor – cuidar para não perder
Responsável: Adriana Ferraz – fonaudióloga (TO)
SALA 2
Atividade: Palestra: A força do desejo
Responsável: Willian Martins – (TO)
SALA 3
Atividade: Vivência: Os Ancestrais
Responsável: Yatamalo -– Xamã, membro do conselho dos anciões das
Américas (PB)
SALA 4
Atividade: Palestra: Como ficar bem quando nada vai bem!
Responsável: Kelly Cristiane- jornalista e educadora (TO)
SALA 5
Atividade: Vivência: íntimo feminino, essência feminina, poder feminino
Responsável: Mirtzi Lima Ribeiro-Reikiana, estudiosa e palestrante nos
temas da Expansão da Consciência e da Ética Viva (PB)
SALA 6
Atividade: Oficina: Reciclagem
Responsável: Sandra Oliveira - artista plástica (TO)
SALA 7
Atividade: Palestra: Mundo mágico do antigo Egito
Responsável: Hudson Rezende de Araújo – membro do Coven Wicca
Magicum Naturale (TO
)
Sala 8
Atividade: Paz na família, paz na escola
Responsável: Maria Haydée - conselheira estadual da mulher, delegada da
mulher (TO)
COZINHA
Atividade: Oficina: Suco Vivo
Responsável: Maria Fantini - (Tina) (TO)
Horário: 17 horas
Local: Praça Maracaípe
Atividade: Feira de Troca Solidária
Responsável: Fernando Gomes – SAPA (TO)
OBS.: Tragam para troca: roupas, livros, cds, dvds, bijuterias, serviços, etc.
Venha trocar sentimentos fraternos em formas de poesia, música, abraço,
beijo

Horário: 18 horas
Local: Teatro de Arena- redondo (Praça Joaquim Maracaípe)
CASA DE CABOCLO APRESENTA
ESPETÁCULO: caboclagem em Taquaruçu---conto aqui que eu conto acolá.
Monólogo com Darlan Soares(TO)

Horário: 19h00
Local: Teatro de Arena (Praça Joaquim Maracaípe)
Atividade: espetáculo: Fabulário Brasil - Histórias cantos e poesia
Produção e Apresentação: Os Tawera da Aldeia TabokaGrande
(Taquaruçu)

Horário: 20 horas
Local: Teatro de Arena (Praça Joaquim Maracaípe)
Atividade: Apresentação das Bandas:
Outra História
Vertical
Asteróide
Keila Lipe
Aluísio Cavalcante
Responsável: Taiana Bangoim (TO)

Horário: 22 horas
Ritual Wicca
Responsável: Coven Wicca Magicum Naturale (TO)



DIA 15 (domingo)
Horário: 7 horas
Local: Casabike
Atividade: Pedal Ecológico para cachoeira do Evilson
(Percurso de 30 km para a cachoeira do Evilson de aproximadamente 20
metros de altura.
Logo após palestra sobre o esporte e saúde.
Tempo de pedal: 4 horas
Responsáveis: Associação Palmense de Mountain Bike

Horário: 8 horas
Local: Canto das Artes
Atividades: Recreação para as crianças - das 8 às 11 horas
Permanentes: desenho, sala de leitura, brinquedoteca, pintura facial e cama
elástica
Horário no Local: Continuação das atividades: cinema, yoga, plantio de
mudas, trilha ecológica, hora do conto, musicoterapia, jogos cooperativos
Responsáveis: Betânia Luz e Tharson Lopes - educadores sociais,
idealizadores do Canto das Artes (Taquaruçu)

Horário: 8 horas
Local: Praça Joaquim Maracaípe – Espaço Cidadania
SALA 1
Atividade: Tarô Cigano
Responsável: Edmilson Veras - (PA)
SALA 2
Atividade: Sala de intercessão pela corrente do bem
Responsável: várias tradições religiosas
SALA 3
Atividade: Atendimento: I CHING
Responsável: Riceles Araujo - arquiteto e especialista em Feng Shui e no
oráculo chinês (PA)
SALA 4
Atividade: Atendimento: Tarô do Osho
Responsável: Mirtzi Lima Ribeiro
Reikiana, estudiosa e palestrante nos temas da Expansão da Consciência e
da Ética Viva (PB)
Local: Colégio Estadual Duque de Caxias
PÁTIO
Atividade: Xadrez
Responsáveis: Federação Tocantinense de Xadrez
SALA 1
Atividade: Palestra: Métodos de defesa contra ataques psíquicos
Responsável: J. Gonzaga - Amorc (GO)
SALA 2
Atividade: Palestra: Turismo sustentável - um caminho possível e fácil
Responsável: Maria Arisleda Silva Rego- Turismóloga (TO)
SALA 3
Atividade: Palestra: A unidade na diversidade e vice-versa
Responsável: Willian Martins – pesquisador sobre a natureza divina do ser
humano- membro do grupo de apometria Flor de Liz (TO)
SALA 4
Atividade: oficina: Dança do Ventre – despertar do sagrado feminino através
da dança
Responsável: Marta Moreira - dançarina e psicóloga (TO)
SALA 5
Atividade: mulher amada - mulher cuidada - lei Maria da Penha
Responsável: "Tereza Cristina Ibiapina da Rocha - presidente do Conselho
Estadual da Mulher (TO)
SALA 6
Atividade: oficina: Jogos do Teatro Oprimido
Responsável: Eduardo Sejanes Cezimbra, dentista homeopata, facilitador
de grupos e redes, coordenador do IPETRANS- Instituto de Pesquisas
Transdisciplinares de Porto Alegre-(RS)

Horário: 10 horas
Local: Aldeia TABOKAGRANDE
Atividade: II Mostra Circuito Tela Verde no Cineclube TabokaGrande
Responsável: Os Tawera da Aldeia TabokaGrande (Taquaruçu)
Local: Colégio Estadual Duque de Caxias
Sala 1: Mesa-redonda: Lançamento do Projeto Voo da Águia
Responsável: Conselho Mundial de Cidadania Planetária
Sala 2: Palestra: Feng Shui - harmonizar sua casa par harmonizar sua vida
Responsável: Riceles Araújo - arquiteto, especialista em Feng Shui (PA)
Sala 4: Oficina de Mantra Bakti Yoga
Responsável: Giridhari Das-- Intituto Pandavas - Alto Paraíso (GO)
Sala 5:Palestra: O cuidado e seu significado profundo
Responsável: Roberto de Oliveira_ jornalista e músico(TO)
Sala 6- Palestra: "A organização dos movimentos Negros e Políticas
Públicas"
Responsável: José Iramar- Gruconto- (TO)

Horário: 12 horas
Local: CRAS – Centro Comunitário
Atividade: Almoço
Responsáveis: Elizeu Augusto de Oliveira e grandiosa equipe

Horário: 14 horas
Local: Canto das Artes
Atividades: Recreação para as crianças - das 14 às 16 horas
Permanentes: desenho, sala de leitura, brinquedoteca, pintura facial e cama
elástica
Horário no Local: Continuação das atividades: cinema, yoga, plantio de
mudas, trilha ecológica, hora do conto, musicoterapia, jogos cooperativos
Responsáveis: Betânia Luz e Tharson Lopes - educadores sociais,
idealizadores do Canto das Artes (Taquaruçu)
Local: Praça Joaquim Maracaípe - Espaço da Cidadania
SALA 1
Atividade: Atendimento: Tarô do Osho
Responsável: Mirtzi Lima Ribeiro
Reikiana, estudiosa e palestrante nos temas da Expansão da Consciência e
da Ética Viva (PB)
SALA 2
Atividade: Sala de intercessão pela corrente do bem
Responsável: várias tradições religiosas
SALA 3
Atividade: Atendimento: Cura Xamânica
Responsável: Yatamalo-– Xamã, membro do conselho dos anciões das
américas (PB)
Local: Colégio Estadual Duque de Caxias
PÁTIO
Atividade: Xadrez
Responsáveis: Federação Tocantinense de Xadrez
Sala 1
Atividade: Oficina: Facilitação de Grupos e Processo de Decisão por
Consenso -
Responsável: Eduardo Sejanes Cezimbra, dentista homeopata, facilitador
de grupos e redes, coordenador do IPETRANS- Instituto de Pesquisas
Transdisciplinares de Porto Alegre/RS
SALA 2
Atividade: Palestra: A Atlântida Perdida
Responsável: Alcides Lídio dos Santos Júnior - AGEACAC (Campinas - SP)
SALA 3
Atividade: Palestra: Convergências das profecias
Responsável: Arthur Pullen
SALA 4
Atividade: Vivência: Canto e Danças Xamânicas
Responsável: Yatamalo – Xamã, membro do conselho dos anciões das
américas(PB)
SALA 5
Atividade: Palestra: Educação Fundamental
Responsável: Iolanda Nogueira Nunes de Oliveira - AGEACAC (TO)
SALA 6
Atividade: Palestra: Vegetarianismo – Uma opção Ecossocial – Cuidando da
vida
Responsável: Luz Arina – Movimento Vegetariano no Tocantins
SALA 7
Atividade: Palestra: O poder da alegria em viver o triunfo
Responsável: Sandra Franklin - pedagoga (TO)
SALA 8
Atividade: Oficina: Dança Terapia
Responsável: Isabel Inês Etges - Balarina e psicóloga (TO)
SALA 9
Atividade: Oficina: Dobradura – Origami, arte Japonesa
Responsável: Heloísa Redher Coelho Sobreira - artista plástica (TO)

Horário: 16 horas
Local: Praça de Atendimento ao Turista (em frente ao Posto Médico)
Atividade: Oficina de Percussão
Responsável: Márcio Belo – Tambores do Tocantins

Horário: 17 horas
Local: Praça de Atendimento ao Turista (em frente ao Posto Médico)
Atividade: II Grande Caminhada pela Vida
Responsável: TODOS os participantes
Local: Redondo - Praça Maracaípe

Horário: 19 horas
Atividade: Vivência: Eu cuido de você, você cuida de mim, nós cuidamos de
todos

Horário: 20 horas
Show Artístico com:
Dorivã
Genésio Tocantins
Braguinha Barroso

Encerramento


GRANDES PARCEIROS:
Grupo Rede
Hágora Comunicação e marketing
Casa da Árvore - projetos sociais
Meta - Educar com Arte
Coven Wicca Magicum Naturale
Canto das Artes
Federação Tocantinense de Xadrez
Núcleo de Estudos Ufológicos do Tocantins
Centro de Direitos Humanos do Tocantins
Aldeia TabokaGrande
Escola de Comunhão da Ayahuasca Mística Universal
Centro de Cultura Mística Luz Divina Universal
ICAT – Instituto Cultural e Ambiental Tocantinense
TV 3
Sindicato de Correios
Prefeitura de Palmas
Secretaria municipal de Desenvolvimento social
SESC
ECOTERRA
SAPA
GRUCONTO
Tambores do Tocantins
Assembléia Legislativa
Casa das Fraldas
Loja das Artes
Ótica Art Visual
Vibe Up
Pólo modas
Palmas Papelaria
Jornal da Roberta Tum
Conselho Mundial De Cidadania Palnetária
Associação Jnana Educação Fundamental
Grupo de Apomeria FLOR DE LIZ

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

11º Movimento Pela Vida




O MOVIMENTO PELA VIDA é uma grande mobilização de entidades da sociedade civil organizada, empresas privadas e órgãos públicos, em prol da promoção de atividades que otimizem a qualidade de vida na relação com o que é divino e nas relações sociais. As atividades são permeadas de informações e experiências que possibilitam aos envolvidos a compreensão da vida a partir do conhecimento sagrado, científico, filosófico e artístico. Desta forma, os participantes adquirem bagagem e confiança para superar as adversidades de nosso tempo.

Nesse ano o evento será durante os dias 13, 14 e 15 de agosto em Taquaruçu!
Participe e Divulgue!!!!

PORQUE APOIAR

• O Movimento Pela Vida é o maior palco de atividades voluntárias - multi facetadas - ocorridas no Estado do Tocantins;
• É vanguarda de Movimento filantrópico no Estado e exemplo para eventos similares no Brasil e no Mundo;
• As entidades que participam da organização e promoção do MPV agregam e compartilham os valores éticos característicos do próprio evento. Assim, os esforços em prol da formação humana ecoam na sociedade em forma de reconhecimento.

OBJETIVO GERAL
Promover atividades orientadas que propiciem a plenitude humana através do conhecimento profundo do sagrado, científico, filosófico e artístico, de modo que favoreça o equilíbrio entre mente, corpo e espírito do ser humano.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Formar o caráter humanístico dos participantes do evento;
• Desenvolver do senso crítico e da expressão humana;
• Oportunizar a apresentação da filosofia das entidades participantes do Movimento;
• Favorecer a interação social e o intercâmbio cultural entre os participantes do evento.


PÚBLICO ALVO

Professores, Estudantes,Universidade Profissionais da Comunicação, Filósofos, Psicólogos, Cientistas, Religiosos, Artistas, Políticos, Membros da Sociedade Civil Organizada, bem como pessoas sedentas pelo aperfeiçoamento humano e que buscam a imanência do Divino Criador, desenvolvendo suas qualidades essenciais.

ENTIDADES PARCEIRAS DO EVENTO NOS ANOS ANTERIORES

Arquidiocese de Palmas / ArtCult / Assembléia Legislativa do Estado / Associação Cosmos de Aperfeiçoamento Humano / Associação de Cinema do Tocantins / Associação dos Artesãos de Taquaruçu / Barraca - Cia Experimental de Artes / CAlangos / Casa da Mulher 8 de Março / Celtins / Centro de Direitos Humanos do Tocantins / Centro Eclético da Fluente Luz Universal Tereza Gregório (Santo Daime) / Centro Espírita Amor e Caridade / Centro Espírita União do Vegetal / Ceulp-Ulbra / Cia de Balé Contagius / Cia Patrulha da Alegria / Comunidade Bahá’í de Palmas / Comunidade Kolpping / Conselho Estadual de Cultura / Conselho Municipal de Cultura / Conselho Regional de Psicologia/ Coven Magicum Naturale / Escola de Comunhão Ayhoasca Mística Universal/Universidade Federal do Tocantins /Faculdade Católica do Tocantins / Feetins / FIETO / Fórum de Ongs Ambientalistas do Tocantins /Fundação Cultural do Estado / Fundação Ji Psiu Hara / Grupo Budista – Brasil Soka Gakkai Internacional / Grupo Candeias / Guarda Metropolitana de Palmas / Igreja Anglicana / Igreja Batista / Igreja Presbiteriana / Ilê Axé Iji Oiá – Casa de Candomblé / Instituto Sinergia para inovação em Política, Educação e Administração / Instituto Tocantinense da Juventude / Johrei Center – Messiânico / L B V /Lojas Maçônicas de Palmas/ Nossa Natureza / O P T E / OBA-OBA LTDA / Pastoral da Criança / META / Polícia Militar / Prefeitura Municipal de Palmas / Provida / Rede TXAI / Rosa Cruz AMORC / Rotary Club / Ruraltins / Secretaria Estadual de Comunicação / Secretaria Estadual de Educação e Cultura / Secretaria Municipal de Educação / Seicho no iê / SENAC / SESC / SESI / Sindjor / Terreiro de Mamãe OXUM / TIM / Unitins/ Fundação Cultural do Tocantins/Movimento gnóstico do Tocantins/Federação tocantinense de Xadrez/Delegacia da Receita federal/Naturatins/ Grupo Rede



Postarei a programação em breve
Aguarde